quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 25 de maio de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
AAG na Imprensa: Jornal Nova GUARDA
De 30 de Abril a 9 de MaioSemana Académica da Guarda entre as melhores do País
A Semana Académica da Guarda vai inovar este ano, com uma aposta num modelo único de 10 dias contínuos de festa e dois fins-de-semana muito fortes. Ena Pá 2000 e Quim Barreiros são presenças já confirmadas, mas uma grande banda do rock português, á muito aguardada pelos estudantes da Guarda, está também na calha do programa da Semana Académica 2010.
Será a maior Semana Académica de sempre e antecipa-se a outros grandes eventos académicos com uma aposta num programa que abrange dois fins-de-semana.
O modelo, escolhido pela direcção da Associação Académica da Guarda, promete vir a ser copiado por outras academias do País, acredita Marco Loureiro, presidente da AAG, que considera o planeamento da Semana Académica da Guarda uma inovação ao nível do que se vem fazendo nas Semanas Académicas e Queimas das Fitas de Norte a Sul.
Entre 30 de Abril e 9 de Maio a festa é dos estudantes da Guarda, e grandes bandas têm presença assegurada pela cidade mais alta. Para já estão confirmadas as presenças dos Ena Pá 2000 (a 30 de Abril) e do já mítico Quim Barreiros (a 6 de Maio), mas outras grandes bandas portuguesas estão praticamente asseguradas, ainda que Marco Loureiro não queira adiantar nomes. Certo será que os Xutos e Pontapés não farão parte do cartaz da Semana Académica da Guarda, porque ainda muito recentemente cá estiveram, mas o rock será assegurado por uma outra grande banda portuguesa.
“Dando continuação às grandes apostas desta direcção nas duas edições anteriores, apresentamos para 2010 a maior Semana Académica desde a existência desta Associação”, assegura Marco Loureiro, adiantando que o orçamento ronda os 190 mil euros. “Com o novo modelo estrutural de dias, esta academia vai estar novamente entre as melhores quatro semanas académicas do País”, acredita o presidente da AAG.
Programa provisório
Este ano a Semana Académica da Guarda arranca a 30 de Abril, Sexta-feira, com os Ena Pá 2000, no pavilhão do Nerga, para onde está agendado um outro concerto no Sábado, 1 de Março. No Domingo haverá a Missa de Finalistas, no campus do IPG, e a animação nocturna seguirá com Dj´s no Bar Bacalhau (na AAG). A Segunda-feira, dia 3, é preenchida com uma tarde Desportiva e noite de Jantar e Baile de Gala para os finalistas. Terça, dia 4, realiza-se o Enterro do Caloiro, e haverá animação com Dj’s conhecidos numa discoteca da Cidade. Quarta-feira, dia 5, terá lugar a Serenata Monumental, na Sé catedral, e a partir de Quinta-feira a festa regressa ao Pavilhão do Nerga. A Semana Académica 2010 da academia da Guarda termina no Domingo, 9 de Março, com o tradicional Desfile Académico pelas ruas da Cidade, e a Noite do Resistentes no Bar Bacalhau.
Todas as novidades relativamente ao programa da Semana Académica da Guarda para este ano podem ir sendo acompanhada através do site www.semanaacademica.org, que a Associação Académica da Guarda criou para divulgar outras novidades do cartaz de 2010.
O bilhete geral para estudantes sócios da AAG, apesar do aumento do número de dias da Semana Académica, vai manter-se nos 30 euros.
terça-feira, 9 de março de 2010
AAG na imprensa: Novos Órgãos Sociais da AAG já tomaram posse
Aquisição de uma carrinha e pavimentação da esplanada são os principais projectos da AAGMarco Loureiro critica política do Governo para o ensino superior
Marco Loureiro foi eleito para um terceiro mandato consecutivo
Marco Loureiro, reeleito presidente da Associação Académica da Guarda (AAG), considerou na semana passada, na tomada de posse dos novos órgãos sociais, que o reforço de 100 milhões de euros recém-anunciados para o ensino superior foi uma «encenação».
Num discurso muito crítico para com o ministério tutelado por Mariana Gago, o dirigente falou ainda na questão das propinas e numa acção social «ineficaz». Os referidos 100 milhões são «um valor que apenas recupera os níveis de financiamento de 2005 e nem servirão sequer para cobrir os défices acumulados pelas instituições nos últimos anos», afirmou o presidente da AAG, ao referir que existe «um estrangulamento financeiro na ordem dos 200 milhões de euros». Para Marco Loureiro, que inicia o seu terceiro mandato, há uma «degradação profunda da qualidade do ensino». Referindo-se às propinas e constatando que a percentagem de alunos de baixos rendimentos no ensino superior diminuiu um terço entre 1995 e 2005, Marco Loureiro disse ainda que «transferiram-se para os alunos e suas famílias estes encargos, destruindo progressivamente a generalidade do acesso».
Além disso, o programa de empréstimos bancários «chegará em 2010 aos 130 milhões de euros, congregando mais de 10 mil estudantes que sairão para o mercado de trabalho endividados». Relativamente aos projectos da AAG, destacou a pavimentação da esplanada e a aquisição de uma carrinha de oito lugares. Na cerimónia foi ainda referido que a dívida da AAG foi reduzida de 51 mil euros para 8.750 em dois anos. Na tomada de posse, onde estiveram o presidente da Câmara e o Governador Civil, interveio também o presidente do Instituto Politécnico da Guarda (IPG).
AAG na Imprensa: Jornal A GUARDA
Associação Académica da Guarda
Marco Loureiro fica na história por ter sido eleito três vezes consecutivas
O presidente da Associação Académica da Guarda (AAG), Marco Loureiro, que na quarta-feira, 24 de Fevereiro, tomou posse para mais um mandato, considerou o momento histórico porque “pela primeira vez, o mesmo presidente é eleito três mandatos consecutivos”.

No seu discurso, disse ter “perfeita consciência da responsabilidade que nos foi entregue pelos alunos que votaram e apostaram mais uma vez em nós”, assumindo que a reeleição “demonstra bem” o trabalho, a dedicação, a honestidade e a determinação “que temos tido em prol dos interesses dos alunos que representamos, do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e de todo o distrito”.
“Esta Associação tem, cada vez mais, um importante papel a desempenhar na construção de um ensino democrático, com qualidade, onde a cultura, o desporto e a cidadania estejam de mãos dadas ao longo do nosso percurso académico”, afirmou, prometendo “continuar a construir um modelo de associativismo que dignifique sempre positivamente o movimento estudantil”.
Para o novo mandato, Marco Loureiro anunciou a concretização de vários projectos, dos quais destacou “a pavimentação da nossa esplanada, em conjunto com a presidência do IPG, a aquisição de uma carrinha de 8 lugares para servir todas as nossas secções desportivas e culturais”, sendo também certo que “apostaremos fortemente no desporto, na cultura e em acções de carácter social”.
O dirigente também garantiu que “a política educativa no IPG e a nível nacional não vão ser esquecidas” e que da presidência do Instituto espera “continuar a ter esta tão boa relação e cooperação, que tem unido o nosso Instituto, sem nunca esquecer a nossa independência e as nossas diferenças institucionais”. “A via do diálogo tem sido o melhor meio que esta associação tem utilizado, trazendo muitas vitórias para os estudantes nas nossas constantes reivindicações. Assim queremos continuar”, prometeu.
“Aos Guardenses, aos empresários, às diferentes entidades públicas e privadas, à Câmara Municipal, queremos deixar mais uma vez um apelo: não virem costas ao IPG, não deixem que pequenas rivalidades, discordâncias e birras sejam mais importantes que ter um grande Instituto, que atraia mais estudantes a este nosso Interior, para que o investimento, o desenvolvimento local e o combate à desertificação não seja uma ilusão, mas sim uma realidade”.
Entretanto, Marco Loureiro aproveitou a presença do Governador Civil para “deixar algumas criticas e recomendações” ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago. “O Governo ficou marcado no início deste mandato pela encenação em torno dos 100 milhões de euros do contrato de confiança estabelecido com Universidades e Politécnicos. Contudo, este valor apenas recupera os níveis de financiamento de 2005 e nem servirá sequer para cobrir os défices acumulados pelas instituições nos últimos anos. Assim, assistimos a um estrangulamento financeiro na ordem dos 200 milhões de euros, atirando as instituições de ensino para um cenário de total sub-financiamento, implicando o encerramento de serviços e espaços, o despedimento de funcionários e professores e a degradação profunda da qualidade do ensino”, denunciou.
O presidente do IPG, Jorge Mendes, também presente na cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais da AAG para 2010, falou das boas relações institucionais existentes e mostrou-se disponível para as manter.
Jorge Mendes aproveitou o momento para entregar várias prendas à AAG que já tinham sido prometidas: um piano eléctrico, uma tela de projecção e dois computadores (um de mesa e outro portátil).
AAG na imprensa: Novos Órgãos Sociais da AAG já tomaram posse
Apelo à união na tomada de posse dos novos órgãos da Associação Académica da GuardaMarco Loureiro não quer “birras” a prejudicar Instituto
Marco Loureiro apelou às entidades para que“não virem as costas ao Instituto Politécnico da Guarda”
Marco Loureiro, aluno do curso de Animação Sociocultural, da Escola Superior de Educação Comunicação e Desporto (ESECD), foi empossado, pela terceira vez consecutiva, presidente da Associação Académica da Guarda (A.A.G.). No discurso de tomada de posse do novo executivo da A.A.G., o presidente dos estudantes salientou a importância do “momento histórico que a eleição representa”, lançou duras críticas ao “estrangulamento financeiro das instituições de ensino superior” e apelou à união como única forma de fortalecer o Instituto.
A terceira tomada de posse consecutiva de Marco Loureiro, enquanto presidente da A.A.G., ficou marcada por um discurso bidireccional, elogioso para com as entidades da Guarda, e crítico relativamente às políticas educativas do Governo, num País que é “o terceiro da Europa onde as propinas são mais caras”.
“Assistimos a um estrangulamento financeiro na ordem dos 200 milhões de euros, que atira as instituições de ensino para um cenário de total subfinanciamento e que implica o encerramento de serviços e espaços, o despedimento de funcionários e professores e a degradação profunda da qualidade do ensino”, lembrou o presidente da A.A.G.
Além disso, Marco Loureiro criticou ainda a solução encontrada pelo ministro da Ciência e do Ensino Superior, Mariano Gago, uma vez que os empréstimos bancários, especialmente direccionados para estudantes, vão fazer com que mais “de 10 mil estudantes saiam para o mercado de trabalho endividados”.
“A luta contra este modelo de propinas, por uma acção social mais justa, a luta pelos direitos dos trabalhadores estudantes, a necessidade de um ensino mais plural, mais crítico e construído por todos é algo que esta Associação e todo o movimento estudantil não vão, nem podem, deixar de reivindicar”, referiu o presidente da A.A.G.
“Todas as nossas relações têm sido marcadas pelo respeito”
Contudo, o discurso do recém-eleito presidente da A.A.G. não conteve apenas tiros. Além das críticas para o exterior, leia-se direccionadas para fora das fronteiras do Distrito, Marco Loureiro fez questão de salientar as “excelentes relações com o Instituto Politécnico da Guarda (I.P.G.)” assim como com todas as entidades presentes, a quem deixou um apelo de união “em prol dos estudantes da Guarda”.
“Aos guardenses, aos empresários, às diferentes públicas e privadas, à Câmara Municipal da Guarda queremos deixar, mais uma vez, um apelo: não virem as costas ao I.P.G., não deixem que pequenas rivalidades, discordâncias e birras sejam mais importantes que ter um grande Instituto capaz de atrair mais estudantes para este interior”, apelou o dirigente.
Numa referência ao próximo mandato, e que será o seu último à frente dos destinos da A.A.G., “Marcão”, como é conhecido no meio estudantil, estabeleceu vários objectivos, entre os quais a pavimentação da esplanada da Associação.
“Para este mandato temos vários projectos, dos quais destaco a pavimentação da esplanada, em conjunto com a presidência do I.P.G., a aquisição de uma carrinha de oito lugares, para servir as nossas secções desportivas e culturais, assim como continuaremos a apostar fortemente no desporto, na cultura e em acções de carácter social”, concluiu.
O presidente do I.P.G., Jorge Mendes, destacou que “a relação institucional entre as duas entidades tem sido pautada pelo respeito”, num ambiente em que “se respeita a diferença e se cultiva o diálogo”.
Aproveitando a ocasião o presidente do Politécnico fez questão de “cumprir uma promessa antiga” e, em jeito de presente pelo trabalho desenvolvido, ofereceu à A.A.G. um computador portátil, que se juntou a um computador de mesa e uma tela de projecção oferecida pela ESECD.
OS ÓRGÃOS
O presidente da A.A.G. é Marco Loureiro, tendo como vice-presidente Vasco Roque. Cátia Madeira é vice-presidente pela Escola Superior de Educação, Comunicação e Desporto, Ricardo Arede pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão, Nuno Ramos pela Escola Superior de Turismo e Hotelaria e António Borges pela Escola Superior de Saúde.
O tesoureiro é, uma vez mais, Márcio Moreira, enquanto Marina Gabriel e Cátia Figueiredo desempenham as funções de 1ª e 2ª secretárias, respectivamente.
Filipe Rebelo é o presidente da Assembleia-Geral, que conta também com Mickael Silva, 1º secretário, e Patrícia Alves como 2ª secretária.
No Conselho Fiscal, Álvaro Neves é o presidente, enquanto Sandrina Figueiredo desempenha as funções de relatora e Viviana Neto de secretária.
Devido à reestruturação da A.A.G., para este mandato a Academia está dividida em três secções. Na secção Cultural e Desportiva João Bica é o director, enquanto Mónica Lopes é a directora da secção de Comunicação e Informação. Nuno Sousa é o responsável pela Política Educativa e Acção Social.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
AAG na Imprensa
Marco Loureiro reeleito na Associação Académica da Guarda
O único candidato à presidência da Associação Académica da Guarda (AAG) foi reeleito, na passada quinta-feira, com 96 por cento dos votos escrutinados, tendo votado nestas eleições 1.336 dos mais de 3.000 estudantes do Politécnico local.
Trata-se do terceiro mandato de Marco Loureiro, que liderou a lista D. O aluno de Animação Sociocultural afirma que esta foi uma «votação histórica, pois como lista única, dos 1.336 alunos que votaram, 1.284 fizeram-no na lista D, demonstrando claramente que saímos reforçados nestas eleições». Evocando escrutínios anteriores, o dirigente destaca uma «ligeira subida» da votação e diz tratar-se de um resultado «nunca visto na história» da academia.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Jornal "O Interior": Entrevista a Marco Loureiro

«Deve ser criada uma publicidade da Guarda e do IPG bem mais viva»
P – O que justifica um terceiro mandato na Associação Académica da Guarda?
R – O pagamento das dívidas está a 85 por cento e acho que esta direcção merecia um terceiro mandato bastante mais calmo, para nos dedicarmos a outros projectos, que não só esta liquidação de dívidas.
P – Nesse sentido, a situação da dívida da Associação está controlada? Qual é o montante?
R – Neste momento faltam pagar cerca de oito mil euros. Há uma situação pendente, que é a do Hotel Turismo, onde temos uma dívida de cerca de quatro mil euros. Estamos a tentar chegar a um acordo, em parceria com a Câmara da Guarda, que vai ficar com o hotel para novos projectos. Se essa situação acontecer, será uma mais-valia para nós e é uma ajuda que a Câmara nos daria e que receberíamos com agrado. Portanto, a situação está bastante estável e estes oito mil euros serão liquidados dentro de um ano. Temos todas as condições para ter um mandato bastante calmo a nível financeiro, sem deixar de arriscar noutros projectos muito mais elevados.
P – E o que ainda falta fazer? Quais são os grandes projectos previstos para este mandato?
P – O que pensa do facto de não ter tido concorrência nestas duas últimas eleições?
R – Não podemos obrigar as pessoas a concorrer, mas parece-me que eu e alguns elementos da minha equipa reunimos bastante consenso na academia. Por isso, enquanto aqui estivermos, acho difícil haver uma lista alternativa e propostas bastante diferentes das que apresentamos. Ao mesmo tempo, reconheço que há uma oposição por parte de alguns alunos, a quem digo sempre que, se estão descontentes com o nosso trabalho, passem das palavras à acção e formem listas. A própria Associação facilita toda a documentação e os estatutos, mas na hora da verdade eles afastam-se. A verdade é que estamos a formar novos dirigentes estudantis, apostando em colocar alunos mais novos em cargos de elevada responsabilidade para que daqui a um ano, quando o “núcleo duro” se for embora, possam apresentar uma alternativa. Quanto aos outros, as pessoas devem procurar o associativismo se assim o entenderem e não lhes vamos impor nada.
P – O que faltar ao IPG enquanto instituição?
R – Precisamos de mais apoio financeiro por parte do Estado. Quando a presidência nos informar do valor, a Associação Académica da Guarda irá tomar posição se achar que, mais uma vez, a nossa instituição não teve o financiamento merecido. Somos o motor económico desta cidade e do distrito e temos que ser vistos com outros olhos. Esta cidade sem estudantes é uma cidade sem vida. Por outro lado, há alguns cursos que deveriam ser reestruturados e apostar-se noutros. Tem que se criar um grupo de estudo, onde a Associação também deve estar, e, em conjunto com os outros Politécnicos da região, encontrar-se uma forma de não criar os mesmo cursos. Ora, isso faz com que os estudantes não queiram deslocar-se para outras cidades, principalmente para a Guarda, que é vista como uma cidade fria e sem vida, e alguns cursos acabam por fechar. Mas esta cidade precisa de criar uma marca para que os outros estudantes não tenham problemas em vir para cá e deve ser criada uma publicidade da Guarda e do IPG bem mais viva.
Jornal Nova Guarda: Entrevista a Marco Loureiro
Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda em entrevista“Depois de dois anos de trabalho árduo, merecíamos um mandato calmo”
A um dia de ser reeleito presidente da Associação Académica da Guarda (AAG), Marco Loureiro, candidato único ao acto eleitoral de quinta-feira, dia 14, faz uma análise transversal aos assuntos da academia do Instituto Politécnico da Guarda (IPG). Considera que é hoje melhor presidente do que era quando tomou posse pela primeira vez, num sufrágio recheado de polémica, e anuncia que este será o seu último mandato à frente dos destinos da AAG. Contudo, deixa uma garantia aos estudantes: a associação vai ficar limpa de dívidas durante o ano de 2010.
Nova Guarda (NG) – Quais foram os motivos que o levaram a recandidatar-se à presidência da AAG?
Marco Loureiro (ML) – Esta candidatura veio ao encontro de um trabalho realizado ao longo de dois anos, e que consistiu, essencialmente, na limpeza da casa. Por isso, penso que tanto eu, como a minha equipa, merecíamos ter um mandato calmo, com a possibilidade de mostrarmos tudo aquilo que queremos, e que passa por sairmos um pouco daqui, do gabinete, já que nestes dois anos estivemos muito tempo cá fechados, concentrados em arranjar maneiras de pagar as contas. Foi em grande parte por este factor que não tivemos um contacto tão directo com o aluno e, por isso, este é um dos lemas desta campanha, e que visa apelar à participação mais activa junto dos estudantes.
NG – Porque é que o “Marcão” é presidente da AAG?
ML – Se calhar porque me evidenciei, e também porque tenho alguma paciência, que se calhar outros não teriam nesta situação, o que dá uma visão mais abrangente de todos os sectores. Actualmente, com 28 anos, tenho um percurso associativo bastante longo, desde os meus 14 anos que estou inserido no fenómeno, e sempre tive esse “bichinho” e é uma coisa que faço com muito prazer. Hoje o “Marcão” é muito mais calmo, porque aprendi a dialogar, e antes não via, muitas vezes, no diálogo a solução.
NG – Está iminente o seu terceiro mandado enquanto presidente da AAG. O que é que ainda falta fazer pela instituição dos estudantes do IPG?
ML – Temos a vontade de adquirir uma carrinha para a AAG, porque, actualmente, os carros que funcionam são os nossos. Esta deve ser das poucas academias que tem 21 anos de história e não possui um transporte próprio para as suas deslocações. Se adquirirmos uma viatura podemos combater diversas dificuldades, nomeadamente ao nível dos grupos desportivos e da própria instituição, que não raras vezes precisa de fazer deslocar oito ou nove pessoas.
NG – Outra das grandes prioridades para este mandato é devolver o bar académico Bacalhau aos estudantes. Como é que está planeado todo este processo?
ML – Vamos querer dinamizar o Bacalhau, até porque a experiência destes dois anos diz-nos que o próprio Bacalhau muda mediante vários factores. E um desses factores é a diferença que se nota nos caloiros que anualmente entram para o IPG. Como dirigentes, temos que nos adaptar às novas realidades, e àquilo que os novos caloiros querem. Posso garantir que este vai ser um ano de actividades diferentes e apelativas no Bacalhau e, para os quais, vamos solicitar participação de todos os alunos do IPG.
NG – Evoca muitas vezes as “experiência dos últimos anos”. Quer com isto dizer que se considera melhor presidente do que quando assumiu a presidência da AAG?
ML - Não tenho a menor dúvida que foi uma aprendizagem importantíssima, porque todo este processo me valoriza profissionalmente, quer a mim, quer aos restantes elementos que me tem acompanhado até hoje. E essa experiência tem-se notado na formação que tem vindo a ser desenvolvida nesta academia. Os mais velhos vão ensinando os mais novos, o que faz com que esses elementos hoje possam ser eleitos para lugares de destaque na Associação.
NG – Este é o seu último mandato?
ML – Sim, não tenho qualquer problema em admitir. Conseguimos entrar para a história por diversos aspectos, como eu ser o único presidente, até hoje, que não usa traje. Apesar de inicialmente ter sido um pouco complicado, tenho estado sempre ao lado dos alunos porque passo aqui [na sede] cerca de 12 horas por dia.
NG – Qual é a situação financeira da AAG?
ML – As contas, neste momento, estão bastante estáveis. Já pagámos cerca de 85% das dívidas, estamos a falar de 51 mil euros, faltando liquidar apenas oito mil euros.
NG – Como é que foi gerir este processo?
ML - Foi muito complicado. Mas tivemos connosco um tesoureiro exemplar, na pessoa do Márcio Moreira que vai continuar na Associação. A Academia vai ficar com as contas todas em ordem, e quem vier a seguir vai encontrar uma situação financeira desafogada para poder fazer o que entender.
NG – Estima que neste mandado as dívidas acabem?
ML – Sem dúvida que vão acabar. Tivemos um pequeno retrocesso, com uma dívida ao Hotel Turismo de cerca de 4100 euros, que não estava no nosso orçamento. Neste momento estamos em negociações com a Câmara Municipal da Guarda, porque actualmente temos uma ligação muito mais forte com a autarquia, que nos está a tentar resolver o problema.
NG – A semana académica é o evento mais aguardado pelos estudantes. Depois de nas duas últimas edições em que, apesar das contingências financeiras, a Associação conseguiu apresentar um cartaz de ‘luxo’, como é que lança a próxima semana académica?
ML – Foi um risco, mas também não avançamos sem determinados apoios. A verdade é que foi um risco calculado, as bandas foram escolhidas a dedo e, se me é permitido dizer, os estudantes da cidade da Guarda necessitavam de eventos como estes. Relativamente à próxima semana académica, parece-me que não vai ficar aquém da do ano passado, por isso as pessoas podem contar com uma grande festa. É importante salientar que, já foi aprovado, no IPG, três dias livres para que os alunos possam participar, e isso é importante porque esta é uma festa dos alunos, e sem eles não faz sentido.
“TIVE INTERVENÇÕES DEMASIADO RADICAIS PARA OS PADRÕES A QUE A CIDADE ESTAVA HABITUADA”
NG – Quando assumiu a presidência da Associação Académica da Guarda houve quem temesse pela continuidade das tradições estudantis. Como é que lidou com esta situação?
ML – Para acabar, de uma vez por todas, com as suspeições este ano o lema dos nossos cartazes será “Academia Sempre, para contrariar o receio das pessoas que temiam que se eu fosse eleito acabaria com todas as tradições e ia criar diversos conflitos”.
NG – Ainda sente esse estigma?
ML – Não, as pessoas já me conhecem, e até posso dizer que foi um caminho fácil. O mais difícil foi nós chegarmos a diversas instituições e não sabermos de determinados aspectos [dívidas].
NG – Para muitos o “Marcão” chegou a presidente da AAG porque no primeiro ano a lista do adversário não cumpriu os requisitos, e porque não teve oposição no ano seguinte. Acha que estes factos enfraquecem a sua liderança?
ML - Todo o processo que envolveu a primeira eleição foi um processo louca, com acusações, e onde o próprio IPG ficou reticente à minha eleição. Mas, nós voltámos a ficar na história porque nesse ano vencemos nas urnas, e uma semana depois voltamos a vencer numa das maiores assembleias-gerais de alunos, em que eles voltaram a dar-nos a vitória. Agora, também posso dizer que se fosse eu a estar do outro lado, dificilmente conseguiria fazer uma lista para competir com esta. Porque esta lista tem todos os quadrantes necessários para ter força.
NG – Porque é que acha que as pessoas ficaram com essa imagem?
ML – Eu acho que foi por eu ter chegado à Guarda e ter tido algumas intervenções radicais, tendo em conta os padrões que a cidade estava habituada. Enquanto estudante cheguei a matar, e ataquei muita boa coisa que achava que devia ter sido atacada em anos anteriores, e se calhar o Instituto não teria alguns dos problemas que tem hoje. Fui muito duro, mas tinha que ser assim.
NG – Contudo, também havia alunos que temiam que Marco, por ser militante activo de um partido político, politizasse a academia...
ML – Qualquer dirigente Associativo toma decisões de esquerda, ainda para mais quando está ligado ao Associativismo, nem que seja pelo simples facto de se poder juntar para o bem daqueles que representam. Por exemplo o dia natural do estudante é um evento de esquerda. As pessoas ficaram descansadas quando viram que a política está a ser bem empregue na AAG, quer a de esquerda, quer a de direita. Não somos a Rússia, porque temos um pouco de tudo, e é isso que nos torna mais fortes.
NG – Tendo em conta a conjuntura económica, a Associação tem recebido pedidos de alunos com dificuldades?
ML – Sem dúvida. Posso dizer que a Associação ofereceu cerca de 30 kits a estudantes para que eles pudessem alinhar na praxe. Acho que isso foi muito importante, porque permitimos que alguns alunos que não têm possibilidades se juntassem aos seus colegas na praxe.
Por: André Sousa Martins www.novaguarda.pt
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Localvisão TV: Eleições AAG 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
AAG na Imprensa
Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda
“2009 foi mais um ano de trabalho para que as contas da AAG possam estar completamente limpas e dar um outro ar ao associativismo estudantil”
“Associativamente, nós vimos que houve determinadas melhorias, quer nos apoios do próprio Estado para a intervenção no associativismo, não só na Associação Académica da Guarda mas em todas as associações culturais e recreativas com que nós temos alguns contactos a nível distrital. Parece-me que os apoios têm chegado a tempo e a horas.
As associações fazem um trabalho muito importante, no desenvolvimento de actividades culturais e desportivas para a própria região, ou aldeia que representam, e que por isso têm um papel bastante determinante na continuidade de enraizamento dessa mesma população jovem, nas suas terras. No que toca à Associação Académica da Guarda, o ano de 2009 foi um ano, sem dúvida, de muitas alterações no próprio sistema associativo, tivemos intervenções muito importantes a nível nacional, estivemos presentes em vários actos que deram nome ao nosso Instituto, à nossa região e, obviamente, não posso deixar de dizer que 2009 foi mais um ano de trabalho para que as contas da Associação dentro de pouco tempo possam estar completamente limpas e dar um outro ar ao associativismo estudantil que cai muito naquela monotonia de que as Associações só realizam determinadas festas e mais nada.
A Associação, durante este ano, esteve presente em várias acções, não só de aspecto cultural, mas também de aspecto desportivo, social, e de intervenção cívica, que tivemos em vários aspectos, e isso demonstra claramente que o associativismo, se for bem feito, e eu penso que a nossa Associação tem estado no lado positivo do Associativismo, só tem a dizer que espera que 2010 seja um ano ainda melhor que 2009.
Gostaríamos de ter, sem dúvida, uma prenda para 2010, que era equipar a Associação Académica da Guarda com transporte próprio, com a aquisição de uma carrinha de oito ou nove lugares, para as deslocações que da Associação faz.”
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
AAG na Imprensa

Sem dívida à TMN, Associação recebe conta de hotel
A Associação Académica da Guarda (AAG) já resolveu a situação da dívida à TMN – Telecomunicações Móveis Nacionais, um processo que durava há vários anos. Com este problema solucionado, surgiu entretanto outra dívida para pagar, referente ao ano de 2005, no valor de 4.114,40 euros. Uma conta apresentada pelo Hotel Turismo da Guarda, que, segundo a direcção da Academia, chegou há poucos dias à sede da Associação. Uma má noticia que veio estragar os planos da AAG, presidida por Marco Loureiro, que pretendia liquidar todas as dívidas até ao final do ano.
Em conferência de imprensa, realizada na passada sexta-feira, dia 16, a direcção da Academia da Guarda anunciou que “já foi concluído o processo judicial colocado pela TMN contra a Associação Académica”. Um processo que se arrastava há cerca de cinco anos e que se devia ao facto da AAG dever à TMN cerca de 12 mil euros, dos quais quatro mil em chamadas. Os restantes oito mil euros diziam respeito a juros e à quebra de contrato.
“Após várias tentativas, esta direcção da AAG foi a única que conseguiu resolver o processo, conseguindo chegar a um acordo com a TMN, do qual saíram contentes as duas entidades”, revela Marco Loureiro, acrescentando que “mais uma vez, esta Direcção consegue limpar o nome da AAG e trazer novamente a credibilidade da Academia da Guarda, transmitindo, assim, responsabilidade, honestidade e segurança à Cidade, que também representamos”.
A Associação saldou a dívida de quatro mil euros relativa às chamadas telefónicas, acabando por ser perdoado o valor restante pela operadora de telemóveis. Fica agora por resolver mais uma dívida de quatro mil euros, que veio alterar o que estava planeado pela AAG.
“Muita gente vê o associativismo como uma porta de lucro e de projecção pessoal”
Marco Loureiro e Márcio Moreira (tesoureiro da AAG) responsabilizam anteriores dirigentes da Associação, dando conta que a actual direcção já pagou mais de 44 mil euros. Segundo os mesmos responsáveis, actualmente, a Academia tem uma dívida de cerca de 11.500 euros: “Neste momento, a dívida da Associação Académica é somarmos 7.500 aos 4.114 euros do Hotel Turismo”.
“Em Novembro de 2006, a direcção da Associação na altura dizia que não havia dúvidas, mas afinal não era verdade. Para além daquelas que tivemos de pagar, esta dívida [do Hotel Turismo] é mais uma prova viva, que não estava em relatório de contas”, revela Márcio Moreira. “Ainda nos chega mais uma dívida para pagarmos. Achamos isto vergonhoso e indecente”, frisa Marco Loureiro.
O presidente da AAG lamenta o comportamento de antigos dirigentes, considerando que “muita gente vê o associativismo como uma porta de lucro, de projecção pessoal e de poleiro para ter um trabalho”.
Associação investiu quatro mil euros em sistema de som para auditório
O sistema de som representa um investimento de quase quatro mil euros, financiado em 70 por cento pela Associação e os restantes 30% pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG).
O aniversário foi comemorado ontem, dia 20, com um programa que incluiu, além da inauguração do sistema de som, outras iniciativas ao longo da tarde e noite.
As actividades começaram com uma sessão solene de boas vindas aos novos alunos no auditório dos Serviços Centrais do IPG, seguida de um Porto de Honra na cantina, com bolo de aniversário da AAG e actuação da Egitúnica e Ftuna. A inauguração do novo sistema aconteceu por volta das 22 horas, altura em que houve actuação da Copituna D’Oppidana. A encerrar o programa, foi realizado um espectáculo de raio laser e de fogo-de-artifício, seguindo a animação com a actuação dos 100 Ensaios no Bar Bacalhau.
O “AAG Integra”, com várias ofertas, é o novo projecto da Associação Académica da Guarda, que passa a estar disponível a partir desta semana. Inserido no cartão de sócio 2009/2010, o “AAG Integra” dá mais de 180 regalias aos associados da Associação, “originando ao mesmo tempo uma integração na cidade da Guarda”.
Ao adquirir o cartão, o aluno pode ter descontos em vários estabelecimentos comerciais da Cidade, nas áreas da restauração, lazer, desporto, vestuário e saúde. A novidade é que este projecto não é apenas local, mas também nacional. Os estudantes da Guarda têm acesso a descontos noutras cidades, mas também os alunos sócios de outras associações de universidades e politécnicos do País associadas a este projecto terão os mesmos descontos se se deslocarem à Guarda. “Este é um projecto bastante ambicioso, mas que temos a certeza que vai ajudar em muito financeiramente os estudantes”, afirma Marco Loureiro, presidente da Associação.
domingo, 25 de outubro de 2009
AAG na Imprensa
Dívidas não largam Associação Académica
«Os dirigentes que nos antecederam desde 2005 abriram um buraco gigantesco na AAG», afirma Marco LoureiroA Associação Académica da Guarda (AAG) anunciou, na passada sexta-feira, ter resolvido a dívida de cerca de 12 mil euros a uma operadora de comunicações móveis herdada de direcções anteriores. Mas revelou ter sido confrontada, nessa semana, com outra, de 4.114 euros ao Hotel Turismo da cidade. «Os dirigentes que nos antecederam desde 2005 abriram um buraco gigantesco na AAG que nós estamos a resolver. Mas, infelizmente, ainda hoje somos confrontados com dívidas, como a do hotel, que não constavam dos seus relatórios de contas», refere Marco Loureiro, presidente da associação académica, que representa os 3.600 estudantes do Instituto Politécnico da Guarda (IPG). No caso da TMN, o dirigente esclareceu que o assunto estava em tribunal, mas que, «fruto do diálogo encetado com a empresa por esta direcção», foi encontrada uma solução. «Pagámos uma parte do valor total das chamadas em dívida e a operadora perdoou os juros de mora e a penalização referente à quebra de contrato», disse, revelando que, só em chamadas, a associação devia 4.500 euros desde 2005.
Segundo Márcio Moreira, tesoureiro, a AAG deve actualmente cerca de 7.500 euros à empresa que organiza as semanas académicas e 4.114 euros reclamados agora pela unidade hoteleira. «Esta dívida vem estragar-nos as contas e inviabilizar a aquisição de uma carrinha, pois devemos ser a única associação académica do país que não tem meio de transporte próprio”, lamenta o responsável, acrescentando que a direcção – cujo segundo mandato termina no final do ano – já pagou «44 mil euros dos 55 mil que a associação devia quando chegámos». De resto, os dirigentes anteriores não foram poupados: «Não podemos accionar os tribunais porque os relatórios de contas foram aprovados e os directores não podem ser responsabilizados individualmente. Caso contrário, havia dois ou três meninos que iam dentro», afirmou Marco Loureiro.
Os dirigentes visaram directamente os mandatos de Sérgio Raposo, Nuno Silva e Sérgio Pinto, a quem acusaram de ter usado o associativismo académico para alcançar «outros “poleiros” profissionais e políticos».
domingo, 27 de setembro de 2009
AAG na Imprensa
Associação Académica da Guarda critica política do Governo para o ensino superior
Recorde-se que este ano entraram, na primeira fase, mais 40 alunos (420) em relação ao ano anterior (380), tendo conseguido o IPG uma colocação em 52% das vagas existentes para este ano. «A Associação Académica da Guarda, acredita que a segunda fase de candidatura, vai trazer muitos mais alunos ao IPG, devendo chegar a um preenchimento de 88% das vagas abertas para este ano lectivo», pode ler-se no referido comunicado.
AAG na Imprensa
Associação Académica criou “Kit do caloiro”
A direcção da Associação Académica (AAG) preparou um “Kit do caloiro”, que engloba várias ofertas de brindes, um DVD Interactivo (onde dá a conhecer a Academia e a cidade da Guarda), um cartão de sócio com mais de 150 descontos e, ainda, o passaporte do caloiro, que dará entrada gratuita na Semana do Caloiro 2009.
Durante os dias de inscrição, a AAG mobilizou uma equipa para dar apoio aos estudantes, criando, assim, uma integração e, ao mesmo tempo, interacção dos novos alunos com os já alunos do Instituto Politécnico da Guarda (IPG).
AAG espera preenchimento de 88% das vagas
A Associação Académica faz um balanço positivo da primeira fase de acesso ao ensino superior, destacando que este ano entraram mais 40 alunos em relação ao ano anterior no IPG, num total de 420. “Este resultado deve-se, sem dúvida, ao trabalho realizado pela Presidência do IPG em conjunto com a Associação Académica da Guarda, que têm conseguido passar para o exterior uma boa imagem do Instituto, quer a nível cultural, social, desportivo e formativo, mostrando que no Interior também existe uma boa formação, construindo, assim, um futuro académico bastante promissor para os alunos que escolhem o IPG e a cidade da Guarda para tirarem o seu curso superior”, considera o presidente da AAG, Marco Loureiro.
Apesar desta subida no número de colocados, a Associação continua a lançar muitas críticas ao Governo. Marco Loureiro lamenta que o Governo continue a não querer construir “uma verdadeira rede de ensino nacional, que procure de verdade dar respostas e escolhas aos candidatos ao ensino superior, para que estes não sejam levados a escolher apenas as universidades e politécnicos mais próximos do Litoral, contribuindo, assim, para uma profunda desertificação do Interior”.
A Associação Académica da Guarda acredita, no entanto, que a segunda fase de candidatura irá trazer muitos mais alunos ao IPG, “devendo chegar a um preenchimento de 88% das vagas abertas para este ano lectivo”.
domingo, 21 de junho de 2009
AAG na Imprensa local
SECÇÃO: Guarda
Semana Académica da Guarda está cotada entre as cinco melhores do País
Segundo o presidente, o evento correu “como esperado, numa Semana Académica que não se via há muitos anos”. Para Marco Loureiro, este evento voltou a “ganhar notoriedade e abertura à comunidade local”. O presidente explicou que, muito pelo cartaz deste ano, a Semana Académica está cotada entre as cinco melhores do País, fazendo frente a academia s com quatros vezes mais estudantes que a cidade da Guarda. “Esta é a prova de que quando há vontade, quando há uma boa estratégia, e quando é aplicada essa mesma boa estratégia no evento, é possível ter sucesso”, refere Marcou Loureiro.
Um aspecto que parece ter sido do agrado dos estudantes, foi o das campanhas de sensibilização e prevenção, em relação ao álcool, e às drogas, por exemplo.
Academia gastou 170 mil euros no evento
Em termos financeiros e “contrariando o que muita gente dizia, que era arriscado, numa altura destas avançar com um evento desta natureza”, Marco Loureiro informou que o evento pagou-se a ele próprio.
O presidente aproveitou também para esclarecer um aspecto que considera não estar muito bem explicado. Segundo o mesmo “quem trouxe os Xutos & Pontapés à cidade da Guarda a cem por cento foi a AAG”.
Do orçamento inicialmente previsto para a realização desta iniciativa, 180 mil euros, a Academia gastou 170 mil, um pouco menos que o previsto. A adesão quer dos estudantes, quer da população do distrito da Guarda, agradou aos organizadores, que reafirmaram o fim-de-semana como as noites mais fortes.
Neste sentido, Marco Loureiro não percebe como é que a anterior Direcção “deixou as contas como estavam”. E deixam uma pergunta no ar. “Como é que é possível em dois anos seguidos a Semana Académica pagar-se a ela própria e as anteriores tinham sempre prejuízo?”.
No que respeita às contas gerais da Academia, Marco Loureiro espera até ao final do mandato acabar de pagar as dívidas da anterior Direcção, isto é a dívida a uma operadora móvel.
A Direcção da AAG aproveita para agradecer a todos os que de alguma forma ajudaram na realização desta iniciativa.
Fonte: www.novaguarda.ptsábado, 23 de maio de 2009
Semana Académica culmina com mais um Desfile
O Desfile Académico, um dos principais símbolos da Academia, coloriu as ruas da cidade, num dos momentos de maior diversão para os estudantes, que é sempre aproveitado para lançar algumas críticas e farpas ao governo.
Fonte: Jornal Nova Guarda
www.novaguarda.pt
sexta-feira, 17 de abril de 2009
AAG na Imprensa local
Associação Académica da Guarda celebra 25 de Abril
As celebrações iniciam-se com uma exposição alusiva à Revolução dos Cravos, na sede da AAG, estando agendado ainda para o mesmo dia um espectáculo de Fados, com o músico José Perdigão que vai apresentar o seu mais recente trabalho “Os Fados do Rock”.O momento musical terá lugar no auditório da Associação Académica da Guarda, numa actividade que não é direccionada única e exclusivamente à sociedade estudantil da cidade da Guarda, já que um dos principais objectivos da AAG para este evento é promover a “interactividade entre os estudantes e a comunidade da cidade da Guarda”
O bilhete de ingresso para espectáculo custa cinco euros e estão à venda na sede da Associação Académica da Guarda, e na Escola Superior de Saúde da Guarda.
As comemorações terminam com a Festa do Cravo, no Bar Bacalhau, na Associação Académica da Guarda, onde serão distribuídos Cravos a todos os participantes, e onde as músicas alusivas ao 25 de Abril serão uma constante.
Marco Loureiro salienta aproximação à cidade, José Perdigão quer aproximar todas as faixas etárias.
Para o presidente da Associação Académica da Guarda, Marco Loureiro, esta iniciativa promovida pelo Departamento Cultural da AAG visa proporcionar a todos “uma noite diferente do normal, até pela própria ligação que envolve este evento”. Marco Loureiro aproveitou para salientar que “estão criadas todas as condições para que seja feita a aproximação com a cidade da Guarda”, na medida em que esta iniciativa procura “contribuir para a qualidade cultural da cidade da cidade”.
José Perdigão, artista que vai actuar no auditório da AAG, considera que o seu trabalho “Os Fados do Rock”, produzido por José Cid, “assenta em cima do Pop Rock nacional, e é constituído por grandes temas que estão imortalizados na memória de todos os portugueses, como é o caso de Homem do Leme, dos Xutos e Pontapés, e tem como grande objectivo aproximar as faixas etárias, ou seja, juntando os avós com os netos”.
Relativamente ao facto de ter sido convidado para as comemorações do 25 de Abril da Associação de Estudantes da Guarda, José Perdigão acrescentou que se sente “muito feliz por vir ao auditório da Guarda festejar Abril”, aproveitando ainda a oportunidade para lembrar que é importante celebrar a “liberdade com responsabilidade”.
O espectáculo de José Perdigão não se vai limitar apenas ao seu novo trabalho, já que é intenção do músico ser muito “mais abrangente”.
sábado, 4 de abril de 2009
AAG na Imprensa Local
“Festa dos estudantes” decorre de 5 a 13 de Maio no pavilhão do NERGA com orçamento de 180 mil eurosBuraka Som Sistema e Xutos na Semana Académica da Guarda
«Vamos ter o terceiro melhor cartaz do país». O presidente da Associação Académica da Guarda (AAG) mostra-se bastante entusiasmado com as bandas garantidas para mais uma edição da Semana Académica, que vai ter lugar entre 5 e 13 de Maio no pavilhão do NERGA. Com um orçamento de 180 mil euros, o dobro do ano passado, a festa tem como cabeças de cartaz Buraka Som Sistema e Xutos & Pontapés.
Marco Loureiro enaltece que a AAG «conseguiu trazer as duas bandas nacionais do momento», algo que só as academias de Coimbra e do Porto garantiram e que «nos últimos 10 anos nunca tinha acontecido»
Fonte: www.ointerior.pt
AAG na imprensa local
Semana Académica da Guarda 2009Xutos e Pontapés e Buraka Som Sistema na Guarda
Os Xutos e Pontapés, e os Buraka Som Sistema são as grandes atracções da edição 2009 da Semana Académica da Guarda, que vai decorrer de 5 a 13 de Maio. No dia da apresentação do evento, o presidente da Associação Académica da Guarda (AAG), Marco Loureiro, mostrou-se orgulhoso pela cidade receber “uma das cinco melhores semanas académicas do país”.
A AAG apresentou oficialmente o programa da Semana Académica da Guarda 2009. Apesar de todas as contingências financeiras, AAG considera que a Guarda vai ter “uma das melhores cinco semanas académicas do país”, tendo em conta a qualidade dos artistas que vão desfilar pelo palco do pavilhão do Nerga.
Foi neste contexto que o presidente da AAG apresentou o cartaz do evento, onde Os Xutos e Pontapés, os Buraka Som Sistema, e o já tradicional Quim Barreiros são as principais atracções, de um evento que não se limita a actividades músicas mas que engloba iniciativas de carácter desportivo e cultural.
Contudo, o presidente da AAG, Marco Loureiro, revelou que “apesar do cartaz de grande nível, a AAG teve em consideração a grave crise financeira que afecta o país, e por isso o preço dos bilhetes para o evento custarão cerca de 25 euros (bilhete geral para sócios da AAG), enquanto os ingressos diários variam entre os 6 e os 15 euros”.
Apresentando algumas novidades relativamente a anos anteriores, a Semana Académica inicia-se no dia 5 de Maio com o Baile de Gala, que este ano se realiza na Quinta de Santo António, em Maçainhas.
O dia 6 é marcado pelo tradicional “Enterro do Caloiro”, realizado no Campus do IPG. Segue-se a Serenata, no dia 7, em a Semana Académica se muda em definitivo para o pavilhão Nerga, com a noite das Tunas.
A banda do momento em Portugal, os Buraka Som Sistema, uma das principais atracções do evento, actuam no dia 8, antecipando a grande festa de dia 9, quando actuam os Xutos e Pontapés, numa aposta que, segundo a AAG, “acontece num timing excelente já que a banda comemora 30 anos de carreira e vai lançar um novo álbum”.
Segue-se a Missa dos finalistas, no domingo, dia também marcado pela música electrónica, com a presença dos Bulldozer e dos Desperados. Quim Barreiros actua no dia 11, e dia 12 é a vez dos Peste&Sida, no dia da Festa da Cerveja. A semana académica termina no dia 13, com o desfile académico, e com a Noite dos Resistentes, no bar académico “Bacalhau”.
Outras actividades marcam agenda dos estudantes
Além das actividades musicais, a Semana Académica da Guarda engloba diversas actividades desportivas. Na quarta e quinta-feira, dias 6 e 7, haverá actividades de Escalada, Voleibol, Matraquilhos Humanos, Futebol e Jogos Tradicionais, enquanto, no dia 9, realiza-se uma corrida de rolamentos (descida do campus de IPG).
Na vertente cultural, a AAG vai organizar um concurso de curtas-metragens, para dinamizar os intervalos dos concertos.
Segundo Marco Loureiro, o orçamentado da Associação Académica da Guarda para a Semana Académica ronda os “cento e oitenta mil euros”, o dobro do orçamento disponível para a última edição, sendo que os apoios “cobrem sessenta por cento dos custos. O restante será provavelmente cobertos com a venda dos ingressos e lucros adjacentes do evento”, explicou.
O presidente aproveitou a ocasião da apresentação da Semana Académica da Guarda, que decorrerá entre os dias 5 e 13 de Maio, para lembrar que a AAG “recuperou cerca de 40 mil euros de dívidas”, sublinhando que uma das principais apostas da direcção foi “a limpeza da imagem, já que “esta academia há três anos atrás estava numa podridão de imagem”.
