sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Vem aí o Oppidana 2009
Mais uma vez, algumas das melhores Tunas nacionais, vão trazer à cidade da Guarda alegria e espectáculo, naquele que é o fim-de-semana do ano, onde se cria uma interacção especial entre a academia e a comunidade guardense.
Estarão presentes a concurso no espectáculo principal a realizar no Grande Auditório do TMG, no dia 28 de Março (sábado) pelas 21.30 horas:
- Tuna Universitária do Minho
- Tuna Académica de Lisboa
- Tuna Templária de Tomar
- Tunadão 1998 (Viseu)
Extra concurso subirá também a palco, a Tuna Académica da Guarda – Copituna d’Oppidana.
Mas não só do espectáculo a realizar no TMG será feito este evento – haverá uma interacção especial das tunas com a comunidade, durante a noite de sexta-feira (dia 27) pelos bares do centro da cidade terminado com uma mega festa a partir das 00h até às 04h no Bacalhau Bar na sede da Associação Académica da Guarda e no sábado à tarde (dia 28) com uma serenata na escadaria da Sé da Guarda pelas 16 horas.
A seguir ao espectáculo principal no TMG haverá ainda uma festa convívio, aberta a todo o público no pavilhão do Parque da Cidade.
De referir ainda que os ingressos para o espectáculo principal já estão à venda na bilheteira do TMG e custam 6 euros (todo o público).
terça-feira, 17 de março de 2009
AAG na Imprensa Local

A 10 de Dezembro de 2008, 600 alunos bolseiros do IPG ainda não tinham pago as propinas.
«Há muitos alunos com dificuldades financeiras para estarem no ensino superior». O alerta é de Jorge Mendes, presidente do Instituto Politécnico da Guarda, que tem «entre 10 a 20» estudantes com pagamentos de propinas em atraso. No caso da Universidade da Beira Interior (UBI) também é público que há estudantes com problemas económicos, embora não tenha sido relevado a O INTERIOR o número de pessoas que não conseguiram pagá-las. No caso do IPG, o número de estudantes em falta já foi bastante superior neste ano lectivo, visto que a 10 de Dezembro de 2008, «cerca de 600 alunos ainda não tinham liquidado as propinas», mas por causa dos atrasos no pagamento das bolsas. Entretanto, «a maioria já pagou», havendo neste momento «um número que anda entre os 10 e os 20 alunos, não mais que isso», adianta Jorge Mendes. O responsável explica tratar-se de «pessoas que entraram na segunda fase do concurso e que se candidataram às bolsas», ainda não tendo recebido os respectivos montantes a que têm direito. A essas não foi exigido qualquer pagamento, acrescenta, adiantando que o IPG tem actualmente perto de mil alunos bolseiros. «Mas sentimos, no terreno, que há muitos alunos com dificuldades financeiras para estarem no ensino superior e não é pela questão da propina em si. É por tudo o que está associado», garante. Uma realidade comprovada pelos «pedidos sucessivos» a solicitar o adiamento do pagamento de propinas, que, por vezes, são aceites e noutras negados em virtude da «justificação apresentada não nos parecer correcta». De resto, uma das medidas concretas que o IPG está a aplicar para ajudar os estudantes mais carenciados é, precisamente, «o não cumprimento do regulamento das propinas», que estabelece que «10 dias após saírem as bolsas, o aluno tem de liquidar as propinas e nós não estamos a fazer isso». Mesmo assim, há estudantes «em situações limite e em casos extremos», que estão a ser apoiados pelos Serviços de Acção Social que garantem a sua alimentação. «Não há nenhum aluno do Politécnico da Guarda que possa dizer que não comeu porque os serviços lhe negaram essa possibilidade», assegura Jorge Mendes, adiantando que também existe «alguma flexibilidade» no pagamento dos quartos nas residências. «Muita gente que tem dificuldades, por vezes, não dá a cara. Se calhar, a situação mais grave em todo o ensino superior é a de alunos que realmente têm dificuldades, que fazem um enorme esforço para estudar e que acabam até por cumprir com as suas obrigações, mas certamente à custa de muitos sacrifícios pessoais, mesmo em termos de alimentação», exemplifica.
Também a Associação Académica da Guarda (AAG) reconhece que «há sempre muita dificuldade para descobrir determinadas situações, porque não é fácil o estudante assumir-se como pobre e dizer que não tem dinheiro perante os colegas», explica Marco Loureiro. O presidente da AAG acredita até que há muitos alunos que preferem sair à noite, «aparentando estarem bem financeiramente quando, na verdade, não estão». Prevê, por isso, que se a situação continuar a agravar-se, «lamentavelmente, alguns deles vão deixar de estudar». Já em finais de Fevereiro, no seu discurso de tomada de posse, o dirigente estudantil avisava que «todos os dias» há «centenas de estudantes» do ensino superior que «procuram trabalhos em regime "part-time", sujeitando-se ao trabalho precário, ou mesmo a abandonar temporariamente os estudos, a fim de conseguirem liquidar todas as despesas inerentes à sua formação académica».
Fonte: Jornal http://www.ointerior.pt/
domingo, 15 de março de 2009
sexta-feira, 13 de março de 2009
sábado, 7 de março de 2009
Comemoração do Dia do Estudante
Concurso de acesso para os maiores de 23anos
Prazos do concurso para o acesso ao ensino superior (Instituto Politécnico da Guarda) dos maiores de 23 anos, ano lectivo de 2009/2010, são os seguintes:
Divulgação e inscrições: até 30 de abril de 2009
Afixação e divulgação das datas da entrevista e provas: 8 de Maio de 2009
Realização das entrevistas: De 14 a 21 de Maio de 2009
Realização das provas teóricas e/ou práticas: De 25 de Maio a 19 de Junho de 2009
Divulgação da lista provisória de seriação: 3 de Julho de 2009
Reapreciação das provas: Até 10 de Julho de 2009
Divulgalção da lista definitiva de seriação: 17 de Julho de 1009
No caso de ser aprovado(s) algum(ns) curso(s) novo(s) poderá, a título excepcional, será aberta uma 2ª fase de candidaturas apenas para esse(S) curso(s).
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Tomada de Posse da AAG ( Imprensa Local)
O presidente da Associação Académica da Guarda (AAG) voltou a criticar o «desinvestimento» do Estado no ensino superior. Na tomada de posse dos novos corpos sociais da Associação Académica da Guarda (AAG), Marco Loureiro considerou «inadmissível que, passados quase cinco meses, os bolseiros que chegaram à Guarda continuem sem ver um cêntimo nas suas carteiras». «Afinal, que tipo de Acção Social tem este país? Que diz investir na Educação e depois não apoia os mais carenciados a tempo e horas?», denunciou, interrogando o primeiro-ministro sobre «quem vai pagar o desinvestimento» do Orçamento de Estado destinado ao IPG, que foi «encurtado em cerca de dois milhões de euros, cobrindo assim apenas cerca de 90 por cento das despesas permanentes».
AAG na Imprensa Local (Tomada de Posse AAG)
Marco Loureiro, presidente da AAG, criticou a acção social do Governo Bolseiros do IPG ainda sem bolsas
Marco Loureiro voltou a tomar posse, na semana passada, como presidente da direcção da Associação Académica da Guarda (AAG).
Após o acto eleitoral, onde não apareceram concorrentes, Marco Loureiro quer continuar a apostar na boa imagem que considera que a Associação tem junto da cidade, e que, segundo este, já há muito havia sido perdida.
“Após um mandato há frente desta grandiosa Academia, mostrámos a todos que fomos capazes de ter ideias, de apresentá-las, e o mais importante, de concretizá-las”, referiu Marco Loureiro, que prometeu, “continuaremos o nosso trabalho”. Trabalho árduo, segundo o responsável financeiro da AAG, Márcio Moreira, que voltou a lembrar a dívida de mais de 50 mil euros deixada por anteriores direcções da Academia, pedindo a “ajuda” tanto do IPJ como da Câmara da Guarda, no apoio à instituição.
O presidente da AAG não deixou de criticar o Governo, na sua tomada de posse. “Como podemos nós, continuar a ver o ensino superior cada vez mais pobre e sem investimento sólido, para que a qualidade de ensino seja maior e que esteja ao alcance de todos os desejam estudar”, perguntou-se, criticando o Orçamento de Estado, que terá reduzido dois milhões de euros ao orçamento do Instituto Politécnico da Guarda, que, para já, cobre apenas 90% das despesas permanentes, com pessoal docente e não docente, entre outras despesas inerentes à instituição.
Marco Loureiro considera que o desinvestimento será pago pelos estudantes, mas garante que “não vamos ficar congelados, a ver a caravana passar”.
Bolseiros ainda sem bolsa
O presidente da Associação Académica da Guarda sublinhou a situação dos novos estudantes do IPG, que foram admitidos neste ano lectivo, que ainda não receberam as bolsas devidas. “É inadmissível que ao fim de quatro meses, quase caminhando para cinco, que os estudantes bolseiros que chegaram à Guarda continuem sem ver um cêntimo nas suas carteiras”, disse, apontando o dedo ao ministro Mariano Gago, que acusa, “tem culpa”, e argumenta “foi o senhor ministro que mandou fazer cumprir a lei que regula a fórmula de cálculo da atribuição das bolsas de estudo, que a nosso ver é injusta e desajustada ao nosso poder económico”, apontando que a situação leva a que muitos estudantes procurem trabalhos em part-time para fazer face às despesas dos estudos.
Mais apoio aos trabalhadores estudantes e ao ensino nocturno
Marco Loureiro defende ainda um maior apoio aos estudantes que, já exercendo uma profissão, querem estudar. “Somos conscientes que o ensino nocturno é importante existir e concordamos em pleno que se projecte mais, pois disponibiliza graus académicos, em horário pós–laboral, trazendo assim mais estudantes para a esta Instituição”, referiu, salientando que “não basta querer que venham, é imperativo apoiá-los nas diferentes dificuldades que vão surgindo no decorrer da sua formação”, lançando a ponte para falar dos trabalhadores estudantes. “Pedimos ao Conselho Geral e respectivos Conselhos Científicos de cada escola do IPG, que se tenha mais sensibilidade nas directrizes e regulamentos internos que regem o estatuto de trabalhador-estudante, não deixando que alguns docentes deturpem os mesmos, como tem acontecido até então, por iniciativa própria, prejudicando assim a vida académica a estes nossos colegas”. Marco Loureiro, criticou aqui também o Processo de Bolonha, que “veio agravar a situação, pois passou por cima do principal motivo da existência deste estatuto de trabalhador-estudante, que é ajudar o estudante que trabalha, que, em muitos dos casos, necessita do seu emprego para poder financiar os seus estudos”, tendo o presidente da AAG escutado depois a resposta de Jorge Mendes, presidente do IPG, que garantiu que irá pedir uma maior uniformização no tratamento e apoio a este grupo de estudantes, bem como aos maiores de 23 anos.
Marco Loureiro agradeceu, no final, o apoio do Instituto Português da Juventude no apoio de muitas das actividades da Associação Académica da Guarda.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Acção sobre Boccia no IPG
O Instituto Politécnico da Guarda, através do seu Centro de Treino e Animação Desportiva (CTAD), vai realizar no próximo dia 4 de Março de 2009 uma acção de formação subordinada ao tema “ Desporto Adaptado – Boccia”.
Esta iniciativa, que será orientada pelo Prof. Joaquim Viegas, terá lugar no auditório dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico da Guarda; conta com a colaboração do Departamento de Ciências do Desporto e Educação Física da Escola Superior de Educação Comunicação e Desporto.
Apesar de ainda ser pouco conhecido em Portugal, o boccia é um desporto olímpico, integrando também as competições para-olímpicas e outras destinadas a atletas com paralisia cerebral.
Refira-se que o boccia foi introduzido em Portugal em 1983 e rapidamente se tornou uma competição fundamental em campeonatos nacionais.
Os interessados em frequentar esta acção de formação devem efectuar a sua inscrição até ao próximo dia 27 de Fevereiro, podendo obter mais informações em www.ipg.pt/gerais/ctad ou através do email ctad@ipg.pt










