
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
AAG na Imprensa Local
Estudantes do IPG pedem alterações da actual política de acção social que consideram “injusta” Fonte: www.jornalaguarda.com
terça-feira, 18 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
AAG na Imprensa local
assinaturas para entregar a Mariano Gago
Alunos do IPG protestaram contra política de acção social
Cerca de 150 alunos do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) manifestaram-se, na passada quarta-feira, contra a actual política de acção social, que consideram «injusta» e «penalizadora» para os alunos mais carenciados. O protesto terminou no Governo Civil, onde Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda (AAG), entregou a Maria do Carmo Borges um abaixo-assinado com cerca de 1.400 assinaturas para ser entregue ao ministro da tutela. AAG na Imprensa local
Manifestação contra reduções dos valores das bolsas
Os alunos do Politécnico da Guarda manifestaram-se contra a nova formula encontrada pelo Governo para atribuir bolsas de estudo. Perto de 25 estudantes já perderam esta atribuição monetária, e muitos outros viram ser-lhes reduzidos os valores que anteriormente recebiam.Cerca de centena e meia de estudantes reuniram-se na semana passada no Campus do Instituto Politécnico da Guarda para dar seguimento a uma manifestação que percorreu a cidade até chegar ao Governo Civil da Guarda.
Os alunos queixam-se da nova fórmula de cálculo, encontrada pelo Governo, para a atribuição das bolsas, e que está a prejudicar já alguns estudantes.
Segundo Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda, “os estudantes exigiram uma posição forte por parte da associação académica” pois consideram-se prejudicados com a medida que foi entregue por parte do ministro do Ensino Superior” e que deve ser seguida pelos estabelecimentos de ensino superior público e privado, fazendo o cálculo do rendimento familiar, para a atribuição das bolsas de estudo, contabilizando 14 salários anuais, contra os 12 que até aqui eram apurados.
Esta medida, diz Marco Loureiro, “corresponde a que o subsídio de férias e o subsídio de Natal vão passar a contar para essa mesma fórmula, o que corresponde a que muitas pessoas que recebiam a bolsa mínima, que é uma grande ajuda na mesma, correm o sério risco de ficarem sem ela”.
No Politécnico da Guarda esta situação já se está a verificar, segundo a Associação Académica, e cerca de 25 alunos já ficaram sem bolsa, referindo Marco Loureiro que, para além dos que ficam sem bolsa, existem muitos outros que passam a receber menos. “As bolsas médias vão baixar o seu valor”, refere.
Gastos com os estudos eram abatidos na bolsa
Para a Associação Académica da Guarda o dinheiro que os estudantes recebem serve para fazer face a um “ensino académico caro”. “Os custos das deslocações e das estadias, e dos próprios trabalhos académicos são caros e esta medida torna tudo ainda mais caro, e dói ainda mais nos bolsos dos pais dos estudantes”, frisa Marco Loureiro.
Os estudantes da Guarda, com a manifestação realizada, procuraram assim apelar a um maior investimento por parte do Estado, no Ensino Superior, pedindo uma especial atenção para quem está no Interior.
A manifestação dos estudantes incluiu a entrega no Governo Civil da Guarda de um abaixo-assinado com perto de 1400 assinaturas, que foram recolhidas nas últimas semanas junto dos alunos do IPG.
A atitude dos alunos do Politécnico da Guarda foi a primeira do género a nível nacional, que deverá agora ter réplica em outras instituições de ensino superior. “Este é o primeiro acto de luta a nível nacional, esperamos que as outras academias o façam também, e porque não, estamos preparados para entrar num consenso e programar um protesto nacional”, afirmou o líder dos estudantes da Guarda.
Muitos alunos não foram à manifestação por causa de Bolonha
A não adesão de mais estudantes à manifestação da semana passada é justificada por Marco Loureiro com o processo de Bolonha, que exige a presença dos alunos nas salas de aula. “Vimos de uma semana de festividades, agora há faltas e as pessoas não podem faltar assim tanto com o processo de Bolonha”, frisou.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
AAG na Imprensa
Os estudantes do Instituto Politécnico da Guarda saíram, esta quarta-feira, à rua para denunciar os cortes orçamentais no ensino superior e na Acção Social, que dizem afectar sobretudo as instituições do Interior do país.
"Os últimos Orçamentos de Estado têm penalizado os estudantes que pretendem formar-se no interior", considera Marco Loureiro, presidente da Associação Académica, para quem essa situação tem contribuído para o afastamento dos estudantes do IPG. Centena e meia de manifestantes desfilou entre o Politécnico e o Governo Civil, no centro da cidade, onde foi entregue um abaixo-assinado dirigido a Mariano Gago.
Com mais de mil assinaturas, o documento confronta o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior com o "reduzido financiamento" atribuído ao sector, "sendo ainda menor o investimento nas instituições sedeadas no interior do país, onde se insere o Instituto Politécnico da Guarda, prejudicando desta forma a subsistência destas instituições", queixam-se.
O que revela que "o Governo continua a não querer respeitar a Constituição, segundo a qual 'todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar', estabelecendo-se progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino", invocam. Os subscritores do abaixo-assinado sustentam ainda que a fórmula de cálculo para atribuição de bolsa social de estudo é "injusta".
Fonte: Jornal de Notícias Por: Luis Martins
Fonte: Diário XXI (edição 30-Outubro-2008)
Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda (AAG), disse à Lusa que, com o protesto, os estudantes alertaram publicamente para a «injustiça» traduzida pela «fórmula de cálculo para atribuição da bolsa social de estudo» que este ano lectivo entrou em vigor Adiantou que, por decisão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o cálculo da atribuição das bolsas passou a ser feito pelo valor líquido anual do agregado familiar «multiplicado por catorze meses, incluindo o subsídio de férias e o de Natal». O dirigente considera que «a fórmula mais justa seria aquela que apresenta a multiplicação apenas pelos doze vencimentos anuais e não acrescentada pelos dois subsídios, que deverão ser vistos como um extra para o agregado familiar e não sujeitos a deduções». Devido a esta alteração, que os alunos querem ver corrigida, o dirigente estudantil adiantou que 25 alunos do IPG «ficaram sem a bolsa de estudo» e outros viram o seu valor reduzido em relação ao ano anterior, situação que disse poder comprometer a continuidade dos estudos. «Exigimos que essa lei seja alterada», disse Marco Loureiro à Lusa, adiantando que «o ensino académico é caro e esta medida torna-o ainda mais caro» e cria problemas «nos bolsos dos pais dos estudantes». Cláudia Lourenço, aluna do segundo ano do curso de Comunicação e Relações Públicas, natural de Viseu, contou à Lusa que este ano viu a bolsa de estudo ser reduzida «de 230 euros para 115 euros». «Só a minha mãe é que trabalha, estou a fazer um grande esforço para estudar e já pus a hipótese de deixar de estudar», admitiu. Também Carla Leite, que estuda no quarto ano do curso de Enfermagem, natural do Porto, adiantou que este ano lectivo a sua bolsa de estudo «baixou cerca de 50 euros». «Era de 160 e passou para 110 euros», indicou, considerando que a redução «é um tombo», porque «os 50 euros davam jeito para as despesas com o curso». Os estudantes que participaram no protesto realizado hoje durante a tarde, fizeram a pé o percurso entre o IPG e o Governo Civil da Guarda, tendo entregue um abaixo-assinado à governadora Maria do Carmo Borges, a quem pediram que fizesse chegar o apelo ao ministro da tutela. No documento também pedem «mais investimento na acção social do ensino superior e mais financiamento para as instituições do ensino superior do interior», indicou o dirigente estudantil Marco Loureiro. O IPG possui cerca de 3.500 alunos e integra as escolas superiores de Saúde, Turismo e Hotelaria, Tecnologia e Gestão e Superior de Educação, Comunicação e Desporto. 29-10-08 Fonte: Rádio Elmo
Estudantes do IPG em protesto
Os estudantes do Instituto Politécnico da Guarda manifestaram-se esta quarta-feira contra a política do Governo para com o sector. O Presidente da Associação de Estudantes do IPG sublinha que esta acção teve por objectivo protestar contra, os cortes orçamentais às instituições e na Acção Social. Marco Loureiro considera que nos últimos anos os orçamentos do estado têm penalizado os estudantes que se pretendem formar no interior. O Presidente da Associação Académica da Guarda considera que todos estes motivos contribuem para um afastamento dos Estudantes do Instituto Politécnico da Guarda.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
AAG na Imprensa
Os estudantes do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) vão para a rua em protesto na próxima quarta-feira. A decisão foi tomada na última semana, em Assembleia Geral de Alunos, e tem como base «a política do Governo para a Acção Social». O anúncio foi feito por Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda (AAG) na cerimónia de comemoração dos 20 anos do organismo, na última segunda-feira. «O investimento na Acção Social para estudar no ensino Superior é muito pouco, ao contrário daquilo que se devia esperar, de quem se diz socialista», acusou o dirigente. No seu discurso, Marco Loureiro reclamou um melhor planeamento dos cursos na região, a fim de evitar repetições, e protestou contra vários aspectos resultantes da aplicação do Processo de Bolonha e do Novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior. Dirigiu-se também aos empresários da região, sensibilizando-os para a contratação de mão de obra formada no IPG. Na cerimónia, o presidente da AAG realçou o percurso da instituição, acusou – uma vez mais – a gestão dos seus antecessores, e destacou os três mandatos que os estudantes guardenses ocuparam à frente da Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico.
AAG na Imprensa
Associação Académica da Guarda comemora 20 anosA Associação Académica da Guarda está a comemorar o vigésimo aniversário. Em clima de festa as lutas estudantis não são esquecidas e, dia 29, haverá manifestação nas ruas contra os cortes dos apoios na Acção Social.
A actual direcção da Associação Académica da Guarda faz um balanço “muito positivo” dos últimos 20 anos desta instituição. Com uma Sede própria de fazer inveja a muitas outras academias do País, a AAG tem sabido estar ao lado dos estudantes nas lutas que houve necessidade de travar e continua, hoje, naquelas que se avizinham.
Marco Loureiro, presidente da Associação Académica da Guarda, destaca o papel positivo da história da associação. “Não podemos esquecer algumas das grandes vitórias que esta academia teve, na eleição, por três vezes, de um presidente na Federação Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Superior Politécnico (FNAESP), o que, só isso, prova que os dirigentes desta academia têm valor e poder reivindicativo muito bom”, disse Marco Loureiro, ainda assim, aponta algum desleixo nos últimos anos, que levou a “problemas financeiros”, já ultrapassados quase na totalidade.
A Associação Académica da Guarda “soube estar presente”, durante os últimos 20 anos, em várias lutas, e diz Marco Loureiro, sempre no intuito de “dar voz aos estudantes”.
Manifestação dia 29
A capacidade reivindicativa dos estudantes vai voltar a ser colocada em prática. “Houve um grande acontecimento na semana passada, e que também vai ser de tremenda importância” revela Marco Loureiro, destacando o papel dos estudantes na exigência e reivindicação de direitos. “Foi aprovado um protesto em Assembleia Geral de Alunos, pois os estudantes exigiram que a AAG tomasse uma posição muito forte, no ataque que o Ministério está a ter na Acção Social, quer para o Instituto, quer para as outras instituições de ensino a nível nacional”, diz, explicando que, nesse sentido, a Associação Académica da Guarda vai avançar com uma manifestação de rua, na próxima quarta-feira, dia 29. “Apesar de estarmos em festa [Semana do Caloiro] não podemos esquecer aquilo para que fomos eleitos”, frisa Marco Loureiro, destacando que esta tomada de posição teve o aval de 190 estudantes, em Assembleia Geral de Alunos. “Demonstra uma vontade dos estudantes de contestar esta política social [do Governo], que está a querer liquidar o ensino superior público no Interior, e nós não podemos aceitar isso”, diz o presidente da Associação Académica da Guarda, que confirma a manifestação de rua.
Boas relações institucionais
Se, no início, não se previa uma relação pacífica entre a Associação Académica da Guarda e a direcção do Politécnico, a verdade é que ambos surpreenderam. “Desde a nossa tomada de posse, as relações, que pareciam não começar bem, têm vindo a funcionar bem e, até hoje, não podemos apontar um dedo, não tem havido falhas para connosco” conta Marco Loureiro, que destaca a cordialidade que tem existido entre as duas instituições. “O simples facto de sermos convidados para todas as sessões em que o Instituto está representado, e vice-versa, é algo de positivo”, conclui o presidente da AAG, que está também satisfeito com a relação com a cidade da Guarda, que, segundo este, “começa a ter uma abertura diferente”.
Quando à crise financeira pela qual passou a Associação Académica da Guarda, a situação actual é satisfatória. Se no aniversário dos 20 anos a AAG pudesse receber uma prenda a gosto, “uma entrada de 15 a 20 mil euros” era o presente ideal, garante Marco Loureiro, presente este que colocaria as contas da academia com um saldo “positivo”.

















